Bom dia !!!
Outro dia li este texto no blog Casa da Veri e resolvi compartilhar com vocês.
O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso! Embora fôssemos uma família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira refeição do dia. Era ovo frito com farinha, outro dia era ovo escaldado, depois era bife com pão, lingüiça com ovo e pão.... Tudo feito com simplicidade.
Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da 'lua de mel', para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado.
Como estava acostumado com a casa da mãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa.
Olhei para o lado e vi minha esposa, Maria, dormindo profundamente.
Feito um anjinho - de pedra!
Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la. Nada!
Fui para para o trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugamos.
Ao me sentar na mesa de trabalho, sentindo o estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho:
'O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles' (Lucas 6:31).
Disse pra mim mesmo: 'O Senhor não precisa dizer mais nada'.
Lá pelas nove horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar numa padaria e comprar algumas guloseimas.
Preparei o café da manhã e levei na cama para Maria.
Ela acordou com aquele sorriso tão lindo!
Estamos agora para completar as Bodas de Prata.
Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto todos os dias.
E com muito amor!
Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo... Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso.
Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando é Jesus:
'Maridos, continuai a amar as vossas esposas, assim como Cristo amou a congregação e se entregou por ela' (Efésios 5:25).
O casamento é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir perdão.
A cada dia temos que buscar forças em Deus, pois sem Ele nada podemos fazer.
Paulo, citou uma bela frase :
'Há mais felicidade em dar do que há em receber' (Atos 20:35).
Quando se descobre isso no casamento, se descobre o princípio da felicidade.
Por que muitos casamentos não tem ido adiante?
Porque o egoísmo tomou conta do casal. É o 'cada um por si' que vigora.
Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc.
Pessoas não são descartáveis, porém, o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável.
O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale a pena!
E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente.
É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras.
A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é:
'Eu amo você'.
Não é fácil dizer isso às vezes, pois muitas vezes acordo de mal comigo mesmo.
Faça isso agora também.. Declare seu amor!
Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte:
'Se você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case,fique como está!
Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém feliz, case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo!
Beijinhos !!!!
*Créditos: http://casadaveri.blogspot.com/
terça-feira, 30 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Barcelona - Parte 1
Bom dia meninas !!!!
Hoje falarei um pouco sobre Barcelona e sobre como a cidade me encantou em todos os mínimos detalhes.
Nós saímos de Paris pelo aeroporto de Orly e fomos direto para Barcelona. Infelizmente Paris me decepcionou na chegada e principalmente na saída. Tivemos sérios problemas com a falta de placas informativas, com a grosseria dos atendentes, com a falta de respeito dos funcionários na hora do raio X, com a falta de organização do aeroporto em geral, com o engraçadinho que obrigou o meu marido a tirar a carteira e os passaportes do bolso da calça e jogou os nomes documentos dentro de uma daquelas caixas típicas de raio x e tentou sumir com eles. ( pena que eu não sou o tipo de turista que acha que fora do Brasil tudo é tranquilo e festivo ... e não permiti que enquanto o marido era revistado, os passaportes e a carteira com dinheiro e cartão visa travel ficassem vagando nas mãos do “fiscal”, praticamente arranquei tudo das mãos dele ) e por aí vai. Outro ponto negativo foi o avião da Ibéria ... que lixo !!!! Durante toda a viagem a parte aérea foi feita pela TAP, somente o percurso entre Paris – Barcelona foi feito pela Ibéria e sinceramente ... não existe diferença entre Webjet e Ibérica. Aviões velhos, desconfortáveis, sem poltronas reclináveis, sem lanche e sem ar condicionado.
Após a sessão reclamação ... ou melhor ... sessão desabafo ... vamos enfim falar sobre o que eu realmente vim contar ... Barcelona !!!
O aeroporto de Barcelona é praticamente um mega shopping !!!! Vc sai do avião e anda, anda, anda ... passa pelo free shop, passa por um monte de lojas de grife, anda mais um pouco e só então chega até as suas malas. É tudo tão grande, tão arrumadinho, tão "quero comprar tudo" ... (rs.....)
Pela primeira vez na viagem, resolvemos que pegaríamos o ônibus do aeroporto (nos demais destinos pegamos táxi ). Como o ônibus parava em frente ao terminal e seu ponto final era exatamente na Plaza Catalunya onde ficava o nosso hotel ... fomos tentar a sorte (rs....).
Nosso vôo desceu no terminal 1. Logo na saída do terminal, você verá uma placa sinalizando onde é o ponto do Airbus. (saindo do terminal, a sua esquerda terá uma escada rolante, é só descer e virar para a sua direita. Lá estará o ônibus)
A Airbus é o serviço de ônibus que liga o aeroporto ao centro de Barcelona a cada 5 minutos, todos os dias do ano. A viagem dura em torno de 30 minutos e as suas paradas são em pontos estratégicos da cidade. Além disso, o ônibus é super confortável, espaçoso e seguro. A tarifa custou 5,30 euros.
OBS: Durante a minha estadia em Barcelona, li em um jornal uma reportagem que relatava a dificuldade em ter segurança no metrô, principalmente na linha aeroporto-plaza Catalunya. Por causa da grande quantidade de turistas, este percurso de metrô era muito visado pelos assaltantes. Então, caso vc queira pegar o metrô, tenha MUITO CUIDADO.
OBS2: Maiores informações : http://www.aerobusbcn.com/
O trajeto aeroporto-centro, foi super tranquilo e como não conhecíamos a cidade, confesso que estes 30 minutos me pareceram durar 10 (rs.....). Saltamos do ônibus e demos de cara com o hotel. Malas devidamente instaladas, tomamos um banhozinho e lá fomos nós. Como chegamos cedo em Barcelona, tínhamos ainda praticamente um dia pela frente.
O nosso roteiro foi light, queríamos apenas andar pela famosa rambla e curtir um pouquinho a Rambla Del Mar.
Explicando ...
O roteiro começou pela Plaza Catalunya, que é a principal praça da cidade e é a partir dela que começa a avenida Las Ramblas, que além de ser a rua mais famosa de Barcelona é a mais fotografada e é a mais cheia de turistas e imigrantes. A Rambla começa na Plaça Catalunya e e termina no Port Vell . A avenida tem 2 Km de comprimento, com um enorme calçadão no meio de uma infinidade de artistas de rua.
A primeira seção da Rambla (de quem desce em direção a Port Vell) (A Rambla muda de nome várias vezes) de quem começa pela Praça de Catalunya, é a Rambla de Canaletes, que se estende até as ruas Santa Anna e Bon Succés. É o trecho onde fica uma fonte que quem bebe sua água sempre retornará à cidade, um dos símbolos mais significativos de Barcelona, inaugurada no século 19. E é claro que fomos lá beber a água !! (Mentira ... marido deu uma bicada, mas eu fiquei com medo e achei melhor não beber) (rs..........)
Logo na entrada principal, à esquerda e à direita, boxes de mini restaurantes servem, entre tapas --aperitivos e canapés-- e ostras, refrescantes taças de espumante branco cava. Dentro, nesses mini restaurantes, além de tapas, os fregueses se deliciam com frutos do mar, sardinhas grelhadas e sanduíches de presunto cru, como o PATA NEGRA ( o mais tradicional e mais gostoso !!! Vale a pena dar uma experimentadinha ). Nesta nossa primeira visita, me prendi aos sorvetes e me deliciei em uma casquinha coberta de chocolate com duas bolas de sorvete de frutas silvestres ... Só posso declarar uma coisa ... vale cada euro pago !!! BOM DEMAIS !!!!!
Na Calle Carrer Nou 3-5 (fica do lado direito da Rambla no sentido de quem vai em direção a Port Vell) fica o Palau Güell, construído por Antoni Gaudí, constituindo-se num dos mais importantes edifícios do arquiteto na cidade, o gênio modernista. O edifício fica bem perto da Rambla. O Palau Güell atualmente é sede do Museu de les Arts del Espectacle.
Após uma lenta parada para observarmos o local, resolvemos caminhar em direção ao pequeno shopping que tem no lugar (Maremagnum) e logo depois fomos caminhar um pouco pela Rambla Del Mar.
A partir daí, rumamos em direção ao hotel ... caminhamos novamente pela famosa Rambla, paramos (de novo) no Mercat de la Boqueria para tomarmos um suquinho natural (e delicioso), fizemos uma paradinha básica na H&M para aproveitarmos as rebajas e hotel.
Li em muitos lugares que este programa era uma furada, uma verdadeira armadilha para o turista, mas mesmo assim resolvemos arriscar e confesso que gostei da experiência. Claro que a Sangria não é a Sangria que conhecemos aqui no Brasil ... mas com exceção da linguiça na sidra, comer as tapas foi um experiência bem satisfatória (rs.....).
OBS: "tapas" espanholas são tira-gostos que podem ser servidos frios ou quentes antes das refeições, ou, hoje em dia, até mesmo substituí-las.
Algumas observações:
1) Não dêem bobeira pela Rambla !!! Li muito sobre assaltos por lá, principalmente em relação a trombadinhas que passam e levam as carteiras, celulares e etc. NÃO É SÓ PQ VC SAIU DO BRASIL QUE DEVE RELAXAR !!!!! Violência há em todo o mundo.
2) Não coloquem carteiras, passaportes ou documentos nos bolsos de trás das calças. Se for possível guarde o passaporte no hotel e saia apenas com a cópia do documento.
3) Mochilas só na parte da frente do corpo. Nada de deixar a mochila nas costas e se esquecer dela.
4) Depois das 23 hs, a Rambla recebe muitas prostitutas. Li que no momento este problema cessou devido ao policiamento, mas mesmo assim ... atenção !!! Dizem que elas partem para cima e já começam a passar a mão nos homens sem o menor constrangimento.
Bem ... por hoje é só !!!!
Beijinhos !!!!!!
Hoje falarei um pouco sobre Barcelona e sobre como a cidade me encantou em todos os mínimos detalhes.
Nós saímos de Paris pelo aeroporto de Orly e fomos direto para Barcelona. Infelizmente Paris me decepcionou na chegada e principalmente na saída. Tivemos sérios problemas com a falta de placas informativas, com a grosseria dos atendentes, com a falta de respeito dos funcionários na hora do raio X, com a falta de organização do aeroporto em geral, com o engraçadinho que obrigou o meu marido a tirar a carteira e os passaportes do bolso da calça e jogou os nomes documentos dentro de uma daquelas caixas típicas de raio x e tentou sumir com eles. ( pena que eu não sou o tipo de turista que acha que fora do Brasil tudo é tranquilo e festivo ... e não permiti que enquanto o marido era revistado, os passaportes e a carteira com dinheiro e cartão visa travel ficassem vagando nas mãos do “fiscal”, praticamente arranquei tudo das mãos dele ) e por aí vai. Outro ponto negativo foi o avião da Ibéria ... que lixo !!!! Durante toda a viagem a parte aérea foi feita pela TAP, somente o percurso entre Paris – Barcelona foi feito pela Ibéria e sinceramente ... não existe diferença entre Webjet e Ibérica. Aviões velhos, desconfortáveis, sem poltronas reclináveis, sem lanche e sem ar condicionado.
Após a sessão reclamação ... ou melhor ... sessão desabafo ... vamos enfim falar sobre o que eu realmente vim contar ... Barcelona !!!
O aeroporto de Barcelona é praticamente um mega shopping !!!! Vc sai do avião e anda, anda, anda ... passa pelo free shop, passa por um monte de lojas de grife, anda mais um pouco e só então chega até as suas malas. É tudo tão grande, tão arrumadinho, tão "quero comprar tudo" ... (rs.....)
Pela primeira vez na viagem, resolvemos que pegaríamos o ônibus do aeroporto (nos demais destinos pegamos táxi ). Como o ônibus parava em frente ao terminal e seu ponto final era exatamente na Plaza Catalunya onde ficava o nosso hotel ... fomos tentar a sorte (rs....).
Nosso vôo desceu no terminal 1. Logo na saída do terminal, você verá uma placa sinalizando onde é o ponto do Airbus. (saindo do terminal, a sua esquerda terá uma escada rolante, é só descer e virar para a sua direita. Lá estará o ônibus)
Rota terminal 1
Rota terminal 2
A Airbus é o serviço de ônibus que liga o aeroporto ao centro de Barcelona a cada 5 minutos, todos os dias do ano. A viagem dura em torno de 30 minutos e as suas paradas são em pontos estratégicos da cidade. Além disso, o ônibus é super confortável, espaçoso e seguro. A tarifa custou 5,30 euros.
OBS: Durante a minha estadia em Barcelona, li em um jornal uma reportagem que relatava a dificuldade em ter segurança no metrô, principalmente na linha aeroporto-plaza Catalunya. Por causa da grande quantidade de turistas, este percurso de metrô era muito visado pelos assaltantes. Então, caso vc queira pegar o metrô, tenha MUITO CUIDADO.
OBS2: Maiores informações : http://www.aerobusbcn.com/
O trajeto aeroporto-centro, foi super tranquilo e como não conhecíamos a cidade, confesso que estes 30 minutos me pareceram durar 10 (rs.....). Saltamos do ônibus e demos de cara com o hotel. Malas devidamente instaladas, tomamos um banhozinho e lá fomos nós. Como chegamos cedo em Barcelona, tínhamos ainda praticamente um dia pela frente.
O nosso roteiro foi light, queríamos apenas andar pela famosa rambla e curtir um pouquinho a Rambla Del Mar.
Explicando ...
O roteiro começou pela Plaza Catalunya, que é a principal praça da cidade e é a partir dela que começa a avenida Las Ramblas, que além de ser a rua mais famosa de Barcelona é a mais fotografada e é a mais cheia de turistas e imigrantes. A Rambla começa na Plaça Catalunya e e termina no Port Vell . A avenida tem 2 Km de comprimento, com um enorme calçadão no meio de uma infinidade de artistas de rua.
A primeira seção da Rambla (de quem desce em direção a Port Vell) (A Rambla muda de nome várias vezes) de quem começa pela Praça de Catalunya, é a Rambla de Canaletes, que se estende até as ruas Santa Anna e Bon Succés. É o trecho onde fica uma fonte que quem bebe sua água sempre retornará à cidade, um dos símbolos mais significativos de Barcelona, inaugurada no século 19. E é claro que fomos lá beber a água !! (Mentira ... marido deu uma bicada, mas eu fiquei com medo e achei melhor não beber) (rs..........)
Na Rambla de les Flors (continuação da Rambla de Canaletes), as bancas de flores nas calçadas dão nome a este trecho e é onde ficam o Mercat de la Boqueria.
Meninas, o que falar do Mercat de la Boqueria ???????? Eu fiquei impressionada com este Mercado. Tudo lá é tão colorido, tão gostoso, tão organizado, tão tudo de bom !!!!!!!! Ele foi construído em 1914 e é o mais famoso da cidade dentre os 41 mercados existentes em Barcelona. Gente de todas partes da cidade e muitos de turistas se esbarram entre as centenas de bancas de frutas, legumes, verduras, doces, carnes e frios.Logo na entrada principal, à esquerda e à direita, boxes de mini restaurantes servem, entre tapas --aperitivos e canapés-- e ostras, refrescantes taças de espumante branco cava. Dentro, nesses mini restaurantes, além de tapas, os fregueses se deliciam com frutos do mar, sardinhas grelhadas e sanduíches de presunto cru, como o PATA NEGRA ( o mais tradicional e mais gostoso !!! Vale a pena dar uma experimentadinha ). Nesta nossa primeira visita, me prendi aos sorvetes e me deliciei em uma casquinha coberta de chocolate com duas bolas de sorvete de frutas silvestres ... Só posso declarar uma coisa ... vale cada euro pago !!! BOM DEMAIS !!!!!
Descendo mais um pouco a Rambla, passa-se pelo trecho denominado Rambla dels Caputxins, onde à esquerda está um antigo e bonito conjunto arquitetônico, infelizmente não muito bem cuidada, a Plaza Reial, construída em 1850. Mas depois eu falo sobre esta Plaza, pois ela já faz parte do nosso roteiro pelo Bairro Gótico.Na Calle Carrer Nou 3-5 (fica do lado direito da Rambla no sentido de quem vai em direção a Port Vell) fica o Palau Güell, construído por Antoni Gaudí, constituindo-se num dos mais importantes edifícios do arquiteto na cidade, o gênio modernista. O edifício fica bem perto da Rambla. O Palau Güell atualmente é sede do Museu de les Arts del Espectacle.
Este é o último trecho da La Rambla, e comunica a Rambla dels Caputxins com o Paseo de Colón, onde vocês poderão ver o monumento a Cristóvão Colombo situado em uma rotunda bem em frente ao Port Vell.
No Porto de Barcelona, começa a Rambla del Mar que é o “calçadão” de Barcelona, se você for caminhando por este calçadão, você dará em Port Vell, onde hoje em dia é repleto de iates, barcos, bares e restaurantes. Após uma lenta parada para observarmos o local, resolvemos caminhar em direção ao pequeno shopping que tem no lugar (Maremagnum) e logo depois fomos caminhar um pouco pela Rambla Del Mar.
O Pelé tem um loja no shopping !!!
Após uma leve descansada e já com a noite caindo, voltamos para a Rambla (esta foi a vantagem de nos hospedarmos na própria Plaza Catalunya), para comermos umas tapas e apreciarmos a sangria do local.
Li em muitos lugares que este programa era uma furada, uma verdadeira armadilha para o turista, mas mesmo assim resolvemos arriscar e confesso que gostei da experiência. Claro que a Sangria não é a Sangria que conhecemos aqui no Brasil ... mas com exceção da linguiça na sidra, comer as tapas foi um experiência bem satisfatória (rs.....).
OBS: "tapas" espanholas são tira-gostos que podem ser servidos frios ou quentes antes das refeições, ou, hoje em dia, até mesmo substituí-las.
Algumas observações:
1) Não dêem bobeira pela Rambla !!! Li muito sobre assaltos por lá, principalmente em relação a trombadinhas que passam e levam as carteiras, celulares e etc. NÃO É SÓ PQ VC SAIU DO BRASIL QUE DEVE RELAXAR !!!!! Violência há em todo o mundo.
2) Não coloquem carteiras, passaportes ou documentos nos bolsos de trás das calças. Se for possível guarde o passaporte no hotel e saia apenas com a cópia do documento.
3) Mochilas só na parte da frente do corpo. Nada de deixar a mochila nas costas e se esquecer dela.
4) Depois das 23 hs, a Rambla recebe muitas prostitutas. Li que no momento este problema cessou devido ao policiamento, mas mesmo assim ... atenção !!! Dizem que elas partem para cima e já começam a passar a mão nos homens sem o menor constrangimento.
Bem ... por hoje é só !!!!
Beijinhos !!!!!!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Cozinha
Meninas .... AMEI esta cozinha !!!! rs........
Puxa ... queria uma igual !!!!! Pena que esta não cabe no meu apartamento ...
Puxa ... queria uma igual !!!!! Pena que esta não cabe no meu apartamento ...
Tenham todas um EXCELENTE FINAL DE SEMANA !!!!
*Créditos: http://www.divinekitchens.com/
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Paris - Parte 5
Nosso último dia em Paris foi totalmente dedicado ao Palácio de Versailles.
Claro que muitas coisas ficaram para ser vistas e lógico que um dia voltarei para ver tudo que não vi (e também para rever o que conheci e quem sabe mudar um pouco a minha visão meio negativa de Paris), porém um dos lugares que bati o pé e que não deixaria de conhecer, seria o Palácio de Versailles.
Você tem três opções para ir a Versailles de trem:
1) Da estação ferroviária Paris Montparnasse até a estação Versailles Chantiers.
2) Da estação Paris Saint Lazare até a estação de Versailles que se chama Versailles Rive Droite.
3) Das estações do metrô onde passa o RER C, o trem de periferia que circula também no interior da cidade. O RER C para em duas estações de Versailles, Versailles Chantiers e Versailles Rive Gauche.
A estação de Versailles mais próxima do castelo é Versailles Rive Gauche.
Como o nosso hotel ficava a menos de 500 metros da estação de metrô de Montparnasse, pegamos o metrô e saltamos na estação onde poderíamos pegar a transferência para o RER C.
Dentro da própria estação de metrô tem uma bilheteria para se comprar o passe do RER C. No guichê basta dizer Chateau Versailles.
Uma informação que eu peguei na internet e que não é mais válida é a de que você compra este o passe com direito a ida e volta + entrada do castelo nas estações ferroviárias de Paris, nos guichês onde estiver escrito Transilien. Não sei pq, apesar de estar escrito Transilien, a moça disse que não estava mais vendendo o serviço. Então compramos apenas o bilhete de ida e volta.
Assim que descemos na Estação, uma moça nos informava um local onde poderíamos comprar os ingressos com antecedência e assim evitarmos as enormes filas para a compra do ingresso. Apesar de pagar a mais 2 euros por pessoa pela taxa de transação, compramos os ingressos e lá fomos nós.
Andamos cerca de 15 minutos até chegarmos ao Palácio e confesso de que a cada passo dado, olhando o palácio assim de frente ... nada me chamava a atenção ... parecia tudo tão pequeno ... a única coisa gigante era a fila para a entrada !!!! Uma desorganização frustrante !!!!! A fila para a compra do ingresso em si, era pequena, mas a fila para a entrada ... dava uma 4 voltas gigantes !!!! Tudo debaixo de um sol tórrido ... Levamos quase 2 horas para passar pela vistoria das bolsas e enfim conseguirmos entrar.
O Palácio por dentro é lindo !!! Não pude apreciar tudo com calma e certamente muitas coisas passaram desapercebidas.
O passeio só se tornou um pouco mais agradável quando chegamos as alas onde as excursões são proibidas de entrar (sim meninas ... as excursões não tem direito a entrar em boa parte do museu e também não visitam os jardins ... o que alivia e muito a quantidade exorbitante de pessoas por metro quadrado).
Um pouco da história do Palácio:
Em meio as doenças e desordens da tumultuada Paris do séc. XVII o rei Luís XIV teve uma ideia: Levar toda a corte francesa para um lugar calmo vilarejo rural longe de possíveis revoltas e lá construir um dos mais luxuosos complexos de palácios do mundo: Versalhes. Que se tornou o "playground" de mais de 6000 cortesãos longe da pobreza e miséria que assolavam a França. Um palácio adequado ao "Rei Sol" cujo o ego e a auto glorificação chegavam a ser muito maiores que esse magnífico lugar.
Esse enorme complexos de jardins e palácios localizados na cidade de mesmo nome conta com 700 quartos, 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Sendo sem dúvida a construção mais luxuosa da França, atraindo mais de oito milhões de turistas por ano.
Projetado pelo arquiteto Louis Le Vau e o paisagista André le Nôtre, Versalhes abrigaria a família real oficialmente em 1682 e serviria como o centro político da França até 1789, quando ela foi obrigada a voltar para Paris.
Foram necessários mais de 30.000 trabalhadores e tanto dinheiro que a construção de Versalhes praticamente esvaziou os cofres da França.
O ambiente do palácio principal era extremamente rígido e os reis eram assistidos por muitas pessoas em diversas atividades do dia como nas refeições. Por isso foram criados pequenos palácios adjacentes chamados "follies" onde os cortesãos poderiam se divertir e passar o tempo de forma descontraída. Dois "pequenos" palácios foram construídos nos jardins. O Grand e o Petit Triannon, esse último faz parte de uma área chamada "domaines de Marie Antoniette", que como diz a expressão, era uma área dos jardins de propriedade da rainha Maria Antonieta.
Entre as follies dos domínios de Antonieta, está uma pequena vila camponesa, construída a mando de dela que conta a história, mandou construí-la em um "dia de tédio". Nesse falso vilarejo realista com casas simples, animais de fazenda e até um moinho de vento, Maria Antonieta passava horas a se divertir.
A visita de Versailles se divide em três partes: o castelo e seus jardins, o Petit trianon e o Domaine de Marie Antoinette.
O castelo e seus jardins =>Espaços principais
As capelas de Versailles
Um dos mais curiosos aspectos de Versalhes é a sua sucessão de capelas. No reinado de Luís XIV, Versalhes viu não menos de cinco capelas, uma substituindo a outra, até chegarmos na capela atual que hoje é utilizada para concertos.
Grands Apartaments
Os "Grands Apartaments" são 14 luxuosos salões dedicados aos deuses gregos, e os principais aposentos do palácio. Que são decorados com murais, esculturas, cortinas de veludo e mármore tingido. Em meio a tantos quartos se destacam o Salão de Apolo, onde ficava o trono real, os Aposentos do Rei e da Rainha e o Salão dos Relógios, onde o compositor Wolfgang Amadeus Mozart se apresentou com 7 anos.
Quarto da Rainha
É aqui que as rainhas francesas davam à luz a seus filhos frente à uma multidão, que garantia a procedência da criança! E foi da porta que está atrás da cama que Maria Antonieta escapou quando a multidão invadiu o palácio em 1789.
Quarto da Coroação
leva este nome em razão do quadro de David que se encontra em uma de suas paredes. Napoleão tinha gostado tanto do quadro que o pintor havia realizado de sua coroação, que está no Louvre, que encomendou uma “cópia”.
Sala dos Espelhos
Os espelhos eram objetos caríssimos naqueles tempos, alguns demandavam até 5.000 horas de trabalho. Diz a lenda que o dito dos sete anos de azar quando se quebra um espelho vem da sala de Versalhes. Porque quando um empregado rompia um espelho deste local, ficava 7 anos sem salário para pagar pela reparação!
Outras salas:
Jardins
Os jardins de Versailles foram desenvolvidos ao longo da evolução do castelo, mas é considerado uma obra de arte de André Le Nôtre, que começou a trabalhar nesse projeto a partir de 1661.
O lugar é imenso (cerca de 3km em seu eixo maior). Então se prepare para andar (coisa que naquele momento eu já não conseguia fazer ...) Tivemos que parar várias vezes para descansar e demorei bastante no almoço (que na verdade foi um lanche !!! As coisas lá dentro são muito caras então optamos por fazer um lanche e jantarmos quando voltássemos para Paris).
À esquerda, ao sair do palácio, fica a L'Orangerie cujos desenhos geométricos podem ser apreciados a partir de um belvedere.
No outro extremo fica a bela Fonte de Netuno.
Neste alinhamento central fica a Fonte de Latone onde se tem uma bela vista do 'Caminho Real' (Tapis Vert) e do Grande Canal. O Caminho Real é uma extensa alameda gramada no centro e ladeada por esculturas e vasos. Tem 335 metros de extensão e 40 metros de largura. Já o Grande Canal alinha-se a esse eixo e tem 1670 metros de comprimento. Construído em 11 anos servia para espetáculos náuticos com réplicas de embarcações e gôndolas trazidas de Veneza.
Em resumo, logo na entrada para os jardins pegue seu mapinha e se perca por entre as flores, árvores, lagos e fontes ... muitasssss fontes. Se possível fique até o final do dia (17hs) para ver o Espetáculo das Águas quando todas as fontes do jardim são ligadas. Na alta temporada este espetáculo acontece todos os dias.
Petit Trianon e Domínios da Rainha
O Petit Trianon e o Hameau de la Reine, são os denominados Domínios de Maria Antonieta.
O Petit Trianon foi construído por Louis XV para sua primeira amante, Madame Pompadour. Mas como ela morreu antes de ver a obra concluída, quem acabou usufruindo do local foi a Madame Du Barry (outra amante).
Quando Louis XV estava em seu leito de morte, Du Barry foi exilada da corte e consequentemente do Trianon. Alguns anos mais tarde, Louis XVI presenteou a propriedade a Maria Antonieta que a redecorou e remodelou os jardins – com extensos gastos públicos em uma já muito deficitária França. O Trianon e o Hameau se tornaram locais onde ela pudesse buscar um refúgio para os engessados protocolos de Versalhes, um local afastado dos burburinhos e tumulto do castelo principal.
O exterior possui um jardim inglês, com características muito mais rústica que os jardins de Versailles. Já o Hameau era um local onde a rainha e seus filhos entravam em contato com a natureza. Sua construção foi muito criticada, porque representavam gastos excessivos, quando a França já não podia mais gastar. Esse tipo de gasto, visto como algo comum pela corte e algo desnecessário pelo povo, que contribuiu para arruinar não só a imagem de Maria Antonieta, mas de toda a realeza, frente ao seu povo. O local é como se fosse uma vila, possui pequenas casas em estilo normando, a casa da rainha, leitaria, queijaria e outros do gênero, hortas, videiras, pequenos jardins e animais. É tudo muito bonitinho e um local perfeito para dias ensolarados. Para chegar até lá, você pode passar pelos jardins de Versailles ou você pode fazer um percurso por fora do Castelo.
Após passarmos o dia inteiro no Palácio de Versailles e já de volta a Paris, resolvemos terminar o dia dando uma volta nos Jardins de Luxembourg já que ele ficava a uns 5 minutos a pé do nosso hotel.
O jardim de Luxembourg é um dos mais bonitos jardins de Paris. Situado entre o boulevard Saint Michel, a rua Vaugirard, a rua Notre Dame des Champs e ao lado do Palais du Senat. São 22 hectares de canteiros floridos, árvores, lagos, espaços lúdicos para as crianças, praça de esporte para adultos. O jardim possui recantos calmos, com cadeiros para repouso ou leitura, áreas mais animadas para famílias e crianças, algumas lanchonetes para refeições rápidas.
Na volta para o hotel, acabamos passando bem em frente ao Panthéon, que foi edificado em 1764. Construido na época do rei Louis XV. Inicialmente uma igreja dedicada a Saint Geneviéve, mais tarde o monumento se transformou em túmulo/homenagem aos grandes homens francesas. Voltaire, Rousseau, Alexandre Dumas são alguns dos personagens enterrados ali. O Pantheon se encontra no Quartier Latin, próximo ao Jardin du Luxembourg, na Place Pantheon – metro Luxembourg.
*Créditos:
http://olhosdamonalisa.blogspot.com
http://turomaquia.com
http://pt.wikipedia.org
http://viajenajanela.wordpress.com/
Claro que muitas coisas ficaram para ser vistas e lógico que um dia voltarei para ver tudo que não vi (e também para rever o que conheci e quem sabe mudar um pouco a minha visão meio negativa de Paris), porém um dos lugares que bati o pé e que não deixaria de conhecer, seria o Palácio de Versailles.
Você tem três opções para ir a Versailles de trem:
1) Da estação ferroviária Paris Montparnasse até a estação Versailles Chantiers.
2) Da estação Paris Saint Lazare até a estação de Versailles que se chama Versailles Rive Droite.
3) Das estações do metrô onde passa o RER C, o trem de periferia que circula também no interior da cidade. O RER C para em duas estações de Versailles, Versailles Chantiers e Versailles Rive Gauche.
A estação de Versailles mais próxima do castelo é Versailles Rive Gauche.
Como o nosso hotel ficava a menos de 500 metros da estação de metrô de Montparnasse, pegamos o metrô e saltamos na estação onde poderíamos pegar a transferência para o RER C.
Dentro da própria estação de metrô tem uma bilheteria para se comprar o passe do RER C. No guichê basta dizer Chateau Versailles.
Uma informação que eu peguei na internet e que não é mais válida é a de que você compra este o passe com direito a ida e volta + entrada do castelo nas estações ferroviárias de Paris, nos guichês onde estiver escrito Transilien. Não sei pq, apesar de estar escrito Transilien, a moça disse que não estava mais vendendo o serviço. Então compramos apenas o bilhete de ida e volta.
Assim que descemos na Estação, uma moça nos informava um local onde poderíamos comprar os ingressos com antecedência e assim evitarmos as enormes filas para a compra do ingresso. Apesar de pagar a mais 2 euros por pessoa pela taxa de transação, compramos os ingressos e lá fomos nós.
Andamos cerca de 15 minutos até chegarmos ao Palácio e confesso de que a cada passo dado, olhando o palácio assim de frente ... nada me chamava a atenção ... parecia tudo tão pequeno ... a única coisa gigante era a fila para a entrada !!!! Uma desorganização frustrante !!!!! A fila para a compra do ingresso em si, era pequena, mas a fila para a entrada ... dava uma 4 voltas gigantes !!!! Tudo debaixo de um sol tórrido ... Levamos quase 2 horas para passar pela vistoria das bolsas e enfim conseguirmos entrar.
Olhem o TAMANHO da fila !!!!!!!
A minha primeira impressão foi péssima !!!! Eram milhares de pessoas se degladiando para ver as salas ... junto com a multidão, ainda tinham as malditas excursões (foi mal gente ... mas eu odeio excursão. Principalmente quando as guias acham que só tem eles por ali e não respeitam os demais turistas). Fora esta quantidade de pessoas, ainda tínhamos que perder a educação e sair na foto dos outros caso nos interessasse olhar com mais atenção algum cômodo do Palácio. Digo isto, pois não a gente mais insuportável do que esta galera com suas máquina profissionais. Estas pessoas conseguem tirar 50 fotos de cada ângulo e não param para pensar que outras pessoas querem tirar suas fotos e apreciar o local. Infelizmente por várias vezes tive que dar uma de mal educada e me enfiar na frente ... imaginem se eu fosse esperar todas as milhares de máquinas profissionais em casa cômodo ??? Não tinha saído de lá até agora.
"Poucas" pessoas na minha frente (rs.....). Foi pior do que ver a Monalisa.
O Palácio por dentro é lindo !!! Não pude apreciar tudo com calma e certamente muitas coisas passaram desapercebidas.
O passeio só se tornou um pouco mais agradável quando chegamos as alas onde as excursões são proibidas de entrar (sim meninas ... as excursões não tem direito a entrar em boa parte do museu e também não visitam os jardins ... o que alivia e muito a quantidade exorbitante de pessoas por metro quadrado).
Um pouco da história do Palácio:
Em meio as doenças e desordens da tumultuada Paris do séc. XVII o rei Luís XIV teve uma ideia: Levar toda a corte francesa para um lugar calmo vilarejo rural longe de possíveis revoltas e lá construir um dos mais luxuosos complexos de palácios do mundo: Versalhes. Que se tornou o "playground" de mais de 6000 cortesãos longe da pobreza e miséria que assolavam a França. Um palácio adequado ao "Rei Sol" cujo o ego e a auto glorificação chegavam a ser muito maiores que esse magnífico lugar.
Esse enorme complexos de jardins e palácios localizados na cidade de mesmo nome conta com 700 quartos, 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. Sendo sem dúvida a construção mais luxuosa da França, atraindo mais de oito milhões de turistas por ano.
Projetado pelo arquiteto Louis Le Vau e o paisagista André le Nôtre, Versalhes abrigaria a família real oficialmente em 1682 e serviria como o centro político da França até 1789, quando ela foi obrigada a voltar para Paris.
Foram necessários mais de 30.000 trabalhadores e tanto dinheiro que a construção de Versalhes praticamente esvaziou os cofres da França.
O ambiente do palácio principal era extremamente rígido e os reis eram assistidos por muitas pessoas em diversas atividades do dia como nas refeições. Por isso foram criados pequenos palácios adjacentes chamados "follies" onde os cortesãos poderiam se divertir e passar o tempo de forma descontraída. Dois "pequenos" palácios foram construídos nos jardins. O Grand e o Petit Triannon, esse último faz parte de uma área chamada "domaines de Marie Antoniette", que como diz a expressão, era uma área dos jardins de propriedade da rainha Maria Antonieta.
Entre as follies dos domínios de Antonieta, está uma pequena vila camponesa, construída a mando de dela que conta a história, mandou construí-la em um "dia de tédio". Nesse falso vilarejo realista com casas simples, animais de fazenda e até um moinho de vento, Maria Antonieta passava horas a se divertir.
A visita de Versailles se divide em três partes: o castelo e seus jardins, o Petit trianon e o Domaine de Marie Antoinette.
O castelo e seus jardins =>Espaços principais
As capelas de Versailles
Um dos mais curiosos aspectos de Versalhes é a sua sucessão de capelas. No reinado de Luís XIV, Versalhes viu não menos de cinco capelas, uma substituindo a outra, até chegarmos na capela atual que hoje é utilizada para concertos.
Grands Apartaments
Os "Grands Apartaments" são 14 luxuosos salões dedicados aos deuses gregos, e os principais aposentos do palácio. Que são decorados com murais, esculturas, cortinas de veludo e mármore tingido. Em meio a tantos quartos se destacam o Salão de Apolo, onde ficava o trono real, os Aposentos do Rei e da Rainha e o Salão dos Relógios, onde o compositor Wolfgang Amadeus Mozart se apresentou com 7 anos.
Quarto da Rainha
É aqui que as rainhas francesas davam à luz a seus filhos frente à uma multidão, que garantia a procedência da criança! E foi da porta que está atrás da cama que Maria Antonieta escapou quando a multidão invadiu o palácio em 1789.
Quarto da Coroação
leva este nome em razão do quadro de David que se encontra em uma de suas paredes. Napoleão tinha gostado tanto do quadro que o pintor havia realizado de sua coroação, que está no Louvre, que encomendou uma “cópia”.
Sala dos Espelhos
Os espelhos eram objetos caríssimos naqueles tempos, alguns demandavam até 5.000 horas de trabalho. Diz a lenda que o dito dos sete anos de azar quando se quebra um espelho vem da sala de Versalhes. Porque quando um empregado rompia um espelho deste local, ficava 7 anos sem salário para pagar pela reparação!
Outras salas:
Jardins
Os jardins de Versailles foram desenvolvidos ao longo da evolução do castelo, mas é considerado uma obra de arte de André Le Nôtre, que começou a trabalhar nesse projeto a partir de 1661.
O lugar é imenso (cerca de 3km em seu eixo maior). Então se prepare para andar (coisa que naquele momento eu já não conseguia fazer ...) Tivemos que parar várias vezes para descansar e demorei bastante no almoço (que na verdade foi um lanche !!! As coisas lá dentro são muito caras então optamos por fazer um lanche e jantarmos quando voltássemos para Paris).
À esquerda, ao sair do palácio, fica a L'Orangerie cujos desenhos geométricos podem ser apreciados a partir de um belvedere.
No outro extremo fica a bela Fonte de Netuno.
Neste alinhamento central fica a Fonte de Latone onde se tem uma bela vista do 'Caminho Real' (Tapis Vert) e do Grande Canal. O Caminho Real é uma extensa alameda gramada no centro e ladeada por esculturas e vasos. Tem 335 metros de extensão e 40 metros de largura. Já o Grande Canal alinha-se a esse eixo e tem 1670 metros de comprimento. Construído em 11 anos servia para espetáculos náuticos com réplicas de embarcações e gôndolas trazidas de Veneza.
Em resumo, logo na entrada para os jardins pegue seu mapinha e se perca por entre as flores, árvores, lagos e fontes ... muitasssss fontes. Se possível fique até o final do dia (17hs) para ver o Espetáculo das Águas quando todas as fontes do jardim são ligadas. Na alta temporada este espetáculo acontece todos os dias.
Petit Trianon e Domínios da Rainha
O Petit Trianon e o Hameau de la Reine, são os denominados Domínios de Maria Antonieta.
O Petit Trianon foi construído por Louis XV para sua primeira amante, Madame Pompadour. Mas como ela morreu antes de ver a obra concluída, quem acabou usufruindo do local foi a Madame Du Barry (outra amante).
Quando Louis XV estava em seu leito de morte, Du Barry foi exilada da corte e consequentemente do Trianon. Alguns anos mais tarde, Louis XVI presenteou a propriedade a Maria Antonieta que a redecorou e remodelou os jardins – com extensos gastos públicos em uma já muito deficitária França. O Trianon e o Hameau se tornaram locais onde ela pudesse buscar um refúgio para os engessados protocolos de Versalhes, um local afastado dos burburinhos e tumulto do castelo principal.
Ele está totalmente restaurado como se fosse a época em que Maria Antonieta morava lá, e diferente da sensação do Chateau de Versailles, parece apenas que ela foi dar um passeio e deixou a casa aberta para os visitantes.O jardim de Luxembourg é um dos mais bonitos jardins de Paris. Situado entre o boulevard Saint Michel, a rua Vaugirard, a rua Notre Dame des Champs e ao lado do Palais du Senat. São 22 hectares de canteiros floridos, árvores, lagos, espaços lúdicos para as crianças, praça de esporte para adultos. O jardim possui recantos calmos, com cadeiros para repouso ou leitura, áreas mais animadas para famílias e crianças, algumas lanchonetes para refeições rápidas.
Na volta para o hotel, acabamos passando bem em frente ao Panthéon, que foi edificado em 1764. Construido na época do rei Louis XV. Inicialmente uma igreja dedicada a Saint Geneviéve, mais tarde o monumento se transformou em túmulo/homenagem aos grandes homens francesas. Voltaire, Rousseau, Alexandre Dumas são alguns dos personagens enterrados ali. O Pantheon se encontra no Quartier Latin, próximo ao Jardin du Luxembourg, na Place Pantheon – metro Luxembourg.
Foto arquivo pessoal
Fotos Google
Infelizmente pelo horário, o Panthéon já estava fechado e não pudemos visitar por dentro.*Créditos:
http://olhosdamonalisa.blogspot.com
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http://pt.wikipedia.org
http://viajenajanela.wordpress.com/
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