quinta-feira, 27 de julho de 2017

Gramado / Canela parte 2

Como tínhamos tempo e limitamos as atividades durante os dias para que a pequena pudesse curtir os atrativos do hotel, tiramos um dia para conhecer o centro de Canela.

Como já estávamos sem o carro, optamos por pegar um ônibus na rodoviária de Gramado para Canela. Os ônibus passam de 15 em 15 minutos e custam R$ 3,45. A viagem é bem rápida e para em vários pontos turísticos da cidade.




Saltamos quase no ponto final que fica bem pertinho da Catedral de Pedra. Para quem não sabe, o verdadeiro nome da Catedral é Catedral Nossa Senhora de Lourdes, uma construção gótica que começou a ser construída em 1953.




A Catedral é linda, imponente e reflete a luz do sol. Seu interior é simples (perto das grandes catedrais que geralmente são cobertas de ouro), mas seus vitrais chamam a atenção pela beleza.

Bem enfrente a Catedral ficam duas lojas que valem a visita: Dauper Biscoiteria e Holic.

Uma tem biscoitos artesanais lindos!!!! Como era época de Páscoa, era cada biscoito lindo que tive vontade de comprar vários. A loja também possui biscoitos amanteigados que fazem lembrar os biscoitos da Casa do Alemão de Petrópolis. São deliciosos !!! Comprei um saco de 1 quilo por 14 reais. Achei os preços bem razoáveis.




A outra loja, Holic, é especializada em macarrons e não perdem em nada dos famosos Laduree de Paris. Muito gostosos !!!



Com 10 minutos de caminhada, você pode conhecer a Flâmmi Mundo das Velas. Nesta loja, as velas são confeccionadas na hora, a pedido do cliente. Ou seja.... a vela é feita exatamente como você quer. Nunca conheci uma loja assim e achei a ideia bem bacana.







Para quem está hospedado em Canela, uma dica legal é a Toca da Bruxa, pizzaria temática. Nós não fomos, mas li muitos comentários bons sobre o lugar. Se tiver que escolher uma, sugiro a Pizzaria Cara de Mau em Gramado, pq foi bem mais elogiada.


Como ainda tínhamos muito tempo livre em Canela, fomos andando em direção ao centro de informações turísticas para pegar um mapa da cidade e conhecer um pouquinho mais do local. Mas conforme fomos andando, a frustração por ZERO decoração de Páscoa, foi ficando maior. Era dia 4 de Abril, quase véspera do feriado... Não entendi até agora a falta de investimentos em datas que sempre foram tão tradicionais nas cidades de Gramado e Canela.

Acabamos não vendo muito dos pontos turísticos, almoçamos e resolvemos pegar o rumo de volta para Gramado.


Casa de Pedra

Como ainda era muito cedo, resolvemos saltar no Mundo a Vapor. Não tínhamos a pretensão de visitar o lugar, mas como o tempo estava a nosso favor... lá fomos nós.

O Mundo a Vapor como diz o nome, é um local onde podemos admirar réplicas perfeitas e em miniatura de oficinas, fábricas, usinas, olarias.... tudo em pleno funcionamento e a vapor.


O passeio começa com a própria fachada do loca, que retrata um trágico acidente ferroviário que ocorreu em 1895 na capital da França. Uma locomotiva em alta velocidade e desgovernada, cruzou a estação de Monte Parnaso. A locomotiva cruzou a parede, e ficou presa a uma altura de 12 metros, sem tocar o chão.






 A visita é incrível e totalmente guiada com explicações de como funcionava  a vapor.

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No local vc ainda encontra uma loja de souvenir, fotos temáticas, degustação de vinhos e um passeio de locomotiva a vapor construída pelo dono do Mundo a vapor.

Vale demais o passeio.

De volta a Gramado, fomos para a Praça das Etnias comer um struddel na Casa do Colono e partimos rumo hotel para curtir um pouco mais da brinquedoteca.



O dia seguinte, seria o nosso último e ainda tínhamos planos de "conhecer" um pouco mais da cidade.


Créditos e infos:

http://www.mundoavapor.com.br/
http://www.mundodasvelas.com.br/home


terça-feira, 25 de julho de 2017

Gramado - Parte 3

Este dia começou bem cedinho. Como eu estava atacada da sinusite, deixei a família dormindo e fui dar um pulinho no hospital tomar alguma medicação. Após a consulta, resolvi voltar para o hotel caminhando e pude apreciar uma cidade completamente vazia e tranquila. Uma outra visão bem mais interessante.





Após o café da manhã, resolvemos percorrer os pontos turísticos que ficavam próximos ao hotel.


Nossa primeira parada foi o Lago Joaquina Bier, um lago artificial com 17 mil metros quadrados e onde acontece as apresentações do espetáculo Nativitaten durante a época de Natal.

Demos uma volta pelo lago, tiramos algumas fotos e seguimos para o Mini mundo que fica bem pertinho do Lago Joaquina Bier.




No Mini Mundo você verá  mini construções, onde os visitantes podem conhecer um pouquinho da antiga Europa com mini réplicas de construções da Alemanha. Pelo menos foi isto que conheci há 20 anos atrás. Hoje percebi que abriram um pouco as opções, então é possível ver também a mini Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto-MG , a Estação Ferroviária de São João Del Rey -MG e  uma das mais recentes construções é o famoso Museu do Ipiranga de São Paulo. Saindo do eixo Brasil - Alemanha, vimos também o aeroporto de Bariloche com as cordilheiras dos Andes e o Palácio de Mônaco que estão terminando de construir.





















A visita é bem bacana, mas confesso que esperava um que de modernidade no parque. Tirando o acréscimo de algumas edificações, o parque continua exatamente igual há 20 anos atrás. Não nego que esperava algo mais interativo ou com mais movimentações. E aí que entra o lado ruim de conhecer outros lugares do mundo. Da última vez que fomos para a Bélgica, conhecemos o Mini Europe e o Maduran, dois parques focados em miniaturas. Porém estas miniaturas em muitos casos se mexiam,  emitiam sons, em frente a algumas miniaturas existiam botões que vc apertava e saía fumaça dos navios, aviões se mexiam, o vulcão simulava o seu funcionamento, tocava o hino do País... Entendo que o Mini Mundo é mais "rústico", mas acho que não fui preparada para isto.

Vale a pena a visita??? Sim !!! Vale muito !!! Mas vá sem a expectativa que fui.

Ficamos cerca de 2 horas lá dentro.

Do Mini Mundo, fomos caminhando até o Lago Negro. Apesar de ser perto, a subida é meio cansativa e confesso que acabei desistindo. Não que seja uma ladeira muito íngreme, mas quando se está com sinusite e pouca expansão do pulmão, a coisa fica mais complicada. Com isto, deixamos o passeio para outro dia.

Voltamos caminhando em direção ao centrinho turístico. Já estava tarde e queríamos almoçar, dar uma volta e assistir ao desfile de Páscoa da cidade.


 
No caminho, passamos pela famosa Rua Torta. Engraçado que há 20 anos atrás esta rua não existia ali. Lembro bem, pq pertinho da rua, tinha uma loja de móveis chamada Massoti, e minha mãe era louca nesta loja e nos fez ficar lá dentro por umas 3 horas no mínimo. Hoje a loja/prédio, continua ali... mas virou outra loja de móveis (pelo menos no dia que chegamos era uma loja de móveis, 2 dias depois, estava completamente vazia e com placa de aluga-se).


O almoço foi no Alecrim Santo que já comentei sobre ele aqui, depois fomos experimentar o Truddel: Massa de pão doce assado em forma de espiral, com açúcar e canela. Este doce é símbolo de Praga na República Tcheca. O que dizer sobre ??? Delicioso !!!!! Escolhemos o recheado com sorvete para atender aos desejos da mini pessoa e um recheado de doce de leite para atender aos nossos desejos. Super indico uma paradinha no local !!






Depois de uma voltinha pela cidade e mais um monte de fotos com todos os coelhinhos e ursinhos espalhados, nos posicionamos para assistir ao desfile de Páscoa.

Bem ... a pequena ficou louca... e eu decepcionada. Esperava muito mais quando pensava em Gramado. Apenas dois carros de desfile e algumas pessoas dançando. No final, vinha o coelho distribuindo chocolates para as crianças. Como o desfile percorria toda a Borges de Medeiros (avenida principal) e depois voltava pela mesma avenida, a empolgação da pequena foi tanta, que atravessamos a rua e fomos esperar o desfile passar pelo outro lado.





De lá, voltamos para o hotel tomar banho, brincar na brinquedoteca e fomos conhecer o rodízio de founde de Gramado.

Achei o máximo o founde de carne ser feito em pedra !!! Quando conheci o founde em Campos do Jordão, a carne era frita em panelas com óleo e sempre evitei de fazê-lo aqui em casa por conta da gordura e da fumaça. Gostamos tanto do founde na pedra, que comprei um aparelho para mim. Como pesa muito, ele não foi embarcado na minha mala, veio pelos Correios. rs.....